A doença cárie é de origem bacteriana, sendo que estas bactérias podem viver em equilíbrio na boca humana sem que a doença se manifeste nos dentes, desde que haja equilíbrio também entre higiene bucal e consumo de açúcar.

Para que se tenha este equilíbrio, eis algumas dicas importantes:

Não ofereça bebidas ou alimentos doces, ricos em açúcar/amido e pobres em nutrientes às crianças, principalmente as menores de 02 anos de idade. Sucos industrializados, refrigerantes, balas, chicletes, pirulitos, chips, pães doces, biscoitos são alimentos fortemente cariogênicos. Caso seja impossível evitar  ofereça-os como sobremesa ou somente permita nas festas, e realize a higiene bucal após;

Ofereça frutas naturais como sobremesa na rotina do dia-a-dia;

Não adicione mel ou açúcar na chupeta ou no conteúdo da mamadeira, isto só potencializa a cárie;

IMPORTANTE: a ANVISA alerta que bactérias presentes no mel podem causar botulismo, em casos graves levar a óbito, em crianças menores de 1 ano.

Não crie o hábito de colocar o seu filho para dormir com uma mamadeira, a não ser que ela contenha somente água;

Todos, inclusive as crianças, devem dormir todos os dias sempre com a boca limpa.

Todas as escovações devem ser supervisionadas por um adulto até os 08 anos de idade da criança, sendo que a última, a da noite, o ideal é que seja feita por você.

Utilize pastas de dente COM flúor desde o nascimento do primeiro dentinho, na prescrição orientada pelo seu Odontopediatra, pois o flúor na forma de fluoreto é um importante aliado. Ele interfere no processo de cárie desacelerando-o, quando se liga ao minerais perdidos pelo dente que estão na saliva levando-os novamente para o dente;

Após medicamentos (contêm açúcar e acidez), principalmente os de uso contínuo, a escovação deve ocorrer meia hora depois;

Além da escova que você usa na criança, tenha uma segunda para que ela mesma treine;

Visite regularmente o Odontopediatra para profilaxia e manutenção da saúde, a frequência de retorno será definida de acordo com a necessidade de cada paciente.

Fonte: ODONTOPEDIATRIA BRASIL ®

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